20 de janeiro de 2012

investimento e/ou exploração


Raul Viana
Itoculo

Investimento e exploração são duas realidades distintas que por vezes se confundem. No quadro do desenvolvimento socioeconómico podemos dizer que significam dois procedimentos bem diferentes. Enquanto o investimento se centra no emprego de capitais para a aquisição de bens de equipamento com o fim de obter algum proveito comum, a exploração como descoberta e investigação procura fazer uso da boa-fé de outrem para auferir benefícios particulares. No primeiro caso há uma noção de ajuda reciproca e uma perspectiva de futuro promissora. No segundo caso parece haver apenas o objectivo de um benefício privado, limitado no tempo e no espaço. Podemos dizer que o investimento gera riqueza enquanto a exploração gera ricos.

Anos atrás o continente africano era tido como insignificante do ponto de vista económico. Hoje, porém, verifica-se que existe um interesse particular pelos recursos minerais, florestais, agrícolas, etc… Novos investidores e exploradores estão a penetrar todo o continente oriundos da Índia, China, Brasil, África do Sul, Malásia…
Olhando a realidade moçambicana, verificamos que o panorama socioeconómico nacional recheado de um bom grupo de multinacionais, contrasta com o 184º lugar do ranking mundial de desenvolvimento. É caso para nos questionar se estamos diante de um plano de investimento ou de exploração?
Vejamos algumas coisas em concreto:

- Fábrica de fundição de alumínio em Bululuane (Província de Maputo): multinacional Mozal (maioritariamente detida pela BHP Billiton);

- Plataforma de exploração e exportação de gás natural de Pende e Temane (Província de Inhambane) – companhia petroquímica Sasol (RSA);

- Minas de areias pesadas de Moma (Província de Nampula): multinacional irlandesa Kenmare;

- Minas de carvão de Moatize e Benga – carvão puro de primeira qualidade (Província de Tete): companhias multinacionais Vale do Rio Doce (Brasil), Riversdale e Jindal (India);

- Vários projetos de pesquisa de hidrocarbonetos (gás e petróleo) na bacia do Rovuma (Província de Cabo Delgado) e no Zambeze (Províncias de Sofala e Zambézia); em Inhaminga (Província de Sofala): companhias petrolíferas Anardako (USA), Statoil e DNO (Noruega), Eni (Itália) e Petronas Carigali (Malásia).

Esta lista pode ser acrescentada se atendemos à exportação descontrolada de madeira exótica e de pedras semipreciosas, entre outras coisas, que saem diariamente pelos portos marítimos. Se tudo isto fosse considerado investimento, há já muito tempo que a situação socioeconómica do
país seria diferente e o nível das pessoas seria bem superior.
Mas ao que parece não faltam exploradores da riqueza moçambicana, pois o produto é bom e a legislação é carente de rigor. Multinacionais que despenderiam grandes quantias para respeitar os Direitos Humanos ou proteger o meio ambiente noutros países, encontram em Moçambique o oásis para aumentarem o seu potencial económico.
Alegando que não é possível exigir demasiados direitos fiscais às companhias para não perder os investidores/exploradores, o Governo de Moçambique, e todos os moçambicanos ficam apenas com as migalhas dessas companhias e multinacionais. A falta de quadros técnicos, por exemplo na área da geologia, da antropologia, da sociologia, etc…, misturado com níveis altos de corrupção, fazem com que a pobreza em Moçambique seja uma realidade com tempo indeterminado. Neste sentido, vale a pena perguntar até que ponto a Comunidade Internacional não poderá intervir para obviar esta situação?

Como missionários espiritanos junto dos pobres e oprimidos, ao lado dos desfavorecidos individual e colectivamente, queremos tomar parte pelo desenvolvimento, agindo em favor da justiça e paz e integridade da criação, como «advogados e defensores dos fracos e pequenos, contra todos aqueles que os oprimem».

6 de janeiro de 2012

MOÇAMBIQUE
2012

Retrato de Moçambique em números segundo o Banco Mundial, The Economist Intelligence e Organização Mundial do Comercio:

«A população total do país atinge os 23,4 MILHÕES. Mais de 50% da população moçambicana tem menos de 15 anos de idade. A taxa de analfabetismo atinge 55% dos cidadãos adultos. A economia nacional está a crescer 8% ao ano e cerca de 80% da economia advém da agricultura. O tempo médio de abertura de um negócio no país é de 13 DIAS. Em 2010 o PIB atingiu os 9586 MILHÕES de dólares. O rendimento por habitante é de 428 DÓLARES. As importações têm um peso de 43,2% do PIB e a balança comercial do país é equivalente a 75,3% da riqueza gerada no país. A esperança média de vida à nascença é de 49 ANOS e a pobreza atinge mais de 55% da população. Cada mulher tem, em média, 5 FILHOS. Cerca de 2 MILHÕES de moçambicanos utilizam o telemóvel e apenas 600 mil utilizam a internet. Na capital do país, Maputo, vivem cerca de 1,9 MILHÕES de habitantes. 39% dos deputados com assento no Parlamento é do sexo feminino. Armando Emílio Guebuza foi reeleito em Outubro de 2009 como chefe do Estado e o Governo. Também em Outubro de 2009 Aires Bonifácio Ali foi eleito como primeiro-ministro. As próximas eleições presidenciais, legislativas e provinciais deverão ser realizadas em simultâneo, no final de 2014. A atual Constituição data de 30 de Novembro de 1990 e foi alterada em 1996 e 2004. Cerca de 50% da população professa religiões tradicionais africanas. O parque nacional da Gorongosa tem uma dimensão de 4000KM2 e é uma das maiores atrações turísticas do país. Cahora-Bassa é a maior barragem em volume de betão construída em África, tendo capacidade para produzir mais de 2000 MEGAWATTS de eletricidade. Moçambique tem uma área de 799 380KM2, sendo que 49,6% do território são floresta e apenas 5,7% são terra arável. A emissão de dióxido de carbono no país não chega a 0,1 TONELADAS por habitante. Existem no país cerca de 10 VEÍCULOS por cada quilómetro de estrada».
Estes elementos foram publicados na EXAME, revista de economia e negócio, numa edição especial sobre Moçambique (Dezembro de 2011) a qual faz uma radiografia do país que nos permite conhecer melhor a realidade moçambicana e ler os sinais de uma economia em mudança. Segundo esta revista, Moçambique tem uma economia vibrante, situada entre as 10 mais dinâmicas do mundo, tal como referem os dados do Fundo Monetário Internacional, um facto que está a despertar a atenção dos media internacionais e dos investidores de todo o mundo. Contudo, ainda há desafios a vencer, sobretudo ao nível do acesso ao financiamento bancário de empresas e famílias, da redução da burocracia, do combate à corrupção na economia, etc… Tudo isto são os fatores que preocupam os empresários, refere o World Economic Fórum.

As previsões do FMI dizem que Moçambique vai crescer acima dos 7% em 2011 e 2012. A Revista The Economist afirma que Moçambique foi a sétima economia mais dinâmica na última década e será a quarta de 2011 a 2015. África do Sul e Holanda são os principais parceiros comerciais de Moçambique, o primeiro ao nível de importações e o segundo ao nível das exportações.

Apesar da economia moçambicana ter deslocado nos últimos anos, o rendimento por habitante é ainda baixo em comparação com outros países do continente africano. De acordo com dados do FMI, o PIB per capita no país é de 440 dólares, colocando os moçambicanos entre os mais pobres de África. O mesmo FMI estima que em 2016 este PIB per capita atingirá os 784 dólares.

Principais riquezas de Moçambique:
- Hidroelétrica de Cahora Bassa;
- Energia eólica de Inhambane
- Petróleo (existem atualmente 12 contratos de concessão de petróleo e sete companhias operadoras) e Refinação de Nacala e Matutuine
- Campos de gás natural e condensado em Pande, Temane, Buzi e Inhassoro
- Exploração de carvão em Moatize e Benga (Tete)
- Produção de titânio nas minas de Moma e de Chibuto
- Tesouros debaixo do solo em pedras preciosas, minerais e hidrocarbonetos: Turmalinas, Granada, Águas Marinhas, Ouro, Quartzo, Calcário, Carvão, Gás...
- Bens alimentares: milho, arroz, mandioca, soja, gergelim, amendoim, feijão, girassol, açúcar, citrinos, banana, caju, chá, café, cevada, camarão…

Apesar de tudo isto o mundo continua a ver Moçambique como um país pobre. No índice de Desenvolvimento Humano, da ONU, Moçambique situa-se na 184ª posição, entre 187 nações. O sector social é um desafio que o país ainda precisa de vencer, bem como o desempenho da competitividade. O analfabetismo dos adultos (a média de escolaridade dos cidadãos com mais de 25 anos de idade é de apenas 1,2 anos) a grande taxa de mortalidade infantil (142 por cada mil habitantes) e a percentagem de pessoas que vivem com menos de 1,25 dólares por dia (60%), entre outras coisas, mostram as dificuldades que o país atravessa e que precisa vencer.

20 de dezembro de 2011

leigos missionários, os GRANDES


Damasceno

Itoculo


Itoculo está desde finais de Agosto deste ano sem leigos missionários. Não é a primeira vez que tal acontece no decorrer dos já oito anos de vida desta missão espiritana. Mas é, mesmo assim, estranho. Esta missão já se habituou a eles. É a missão dos leigos, e a ausência deles como que a descaracteriza. Os missionários e missionárias do Espírito Santo ficam desamparados quando se dá um tal interregno. Felizmente está para breve a chegada da Joana Cruz, já em Janeiro próximo.

Os leigos são fundamentais na missão de evangelização da Igreja. Esta é uma certeza que nós verificamos de um modo absolutamente inequívoco aqui em Itoculo, tal a imensa riqueza que os leigos missionários já nos trouxeram. O seu testemunho é único: pelo facto de não serem nem padres nem irmãs, eles conseguem uma credibilidade diferente junto do povo, conseguem outro tipo de aproximação. A sua influência evangelizadora faz-se sentir até nos próprios religiosos com quem os leigos convivem, edificando-os com a sua vida de oração e fé. Além do mais, os leigos têm geralmente uma especialização profissional, uma qualificação técnica que muito contribui para a eficácia da actividade missionária: como saber que a areia para construção tem uma determinada granolometria… ou entender que as sementes podem ser dicotiledóneas! Tudo coisas muito úteis. – Estes são exemplos caricatos, evidentemente…


Uma das apostas do trabalho pastoral em Itoculo nos últimos dois anos tem sido a criação e promoção de grupos de oração e de renovado envolvimento eclesial. Ora, até neste plano, o papel dos leigos se tem revelado determinante. Senão vejamos:

Estão a funcionar neste momento dois grupos da Legião de Maria. Todos os sábados se reúnem para rezar, para planear e avaliar as suas actividades de evangelização. São eles que vão, dois a dois, de porta em porta, cada semana, à procura de ovelhas tresmalhadas ou em auxílio de pessoas em situação de extrema necessidade. Este é claramente um movimento de leigos e, além do mais, foi pensado e fundado por um leigo, que nunca pôs os pés em Itoculo, um irlandês, Frank Duff. E já lá vai um par de anos.


Raul Marcos. É um jovem leigo espanhol que há alguns anos trabalha como director da universidade Católica de Pemba, província de Cabo Delgado. Com bastante frequência, e aproveitando o escasso tempo que lhe permite a sua posição na universidade, viaja até Nampula (a mais de 400 Km de Pemba) para assistir grupos de oração ligados à comunidade de Jerusalém, do Renovamento Carismático, a que ele próprio pertence. Trata-se de uma dedicação comovente, que por si só já nos evangeliza. Em meados deste ano propôs-se vir também a Itoculo orientar alguns dias de oração e de reflexão com alguns dos nossos animadores. Nasceram, a partir desta experiência, alguns grupos de oração carismática na paróquia, que semanalmente se reúnem para uma oração mais espontânea e ao sabor do Espírito de Pentecostes.


A Ernestina, leiga missionária que esteve connosco no último ano, deixou-nos a herança dos encontros de Taizé. Incutiu nos jovens o gosto pela oração cantada a várias vozes, à maneira dos coros celestiais. E, agora, como ela já cá não está e nós nem sempre encontramos vagar para preparar o esquema da oração e organizar ensaios, são os jovens que nos recordam: “Então? Este mês não temos oração de Taizé?” E temos mesmo que nos mexer.


Enfim, quando se menciona o termo “leigo missionário” logo surge em nós um sentimento de agradecimento: obrigado ao Christophe Héveline, à Celeste Reis, ao Hugo Rodrigues, à Joana Pedro e à Ernestina Falcão, que desde 2004 por aqui passaram e aqui viveram. Agradecemos ainda a tantos que se preparam ainda para vir. Mas damos uma palavra de apreço também àqueles que, de forma muito discreta, na retaguarda, se interessam pela missão. São aqueles que, mesmo sem apanhar o avião, atravessam outros “mares”, transpõem as fronteiras dos seus próprios interesses para atender às imensas necessidades de um próximo que vive tão longe. Com a sua oração, sacrifício e solidariedade material “empurram” para a frente os missionários que se encontram no terreno. Obrigado à LIAM e a tantos que, mais ou menos anonimamente, nos têm apoiado.


Recentemente estive na África do Sul. Lá reencontrei amigos de longa data. E entre a comunidade portuguesa que vive naquele país, tive a sorte de experimentar a mesma hospitalidade que o apóstolo Paulo exalta nalgumas das suas cartas. Naquelas terras muitas famílias cristãs continuam a dar testemunho de comunhão com os mais pobres e com os missionários. Este testemunho é tanto mais assinalável quanto sabemos que nem sempre estas famílias vivem economicamente desafogadas. Obrigado.


O pequenino menino Jesus deve sentir-se muito confortável no enorme coração destes leigos.


Feliz Natal 2011 e um santo ano 2012



Damasceno

15 de dezembro de 2011

insignificâncias




Raul Viana
Itoculo



Na vida há acontecimentos profundos, momentos intensos, encontros distintos, situações relevantes… e muitas outras coisas insignificantes. Hoje escrevo aqui algumas destas coisas que pouco interessam, e apenas valem por serem insignificantes.

1- Nos últimos dias de Novembro a nível da pastoral estivemos com a renovação das listas de catequese. Trata-se de ver quem aprovou ou reprovou na etapa que frequentou este ano. Ao mesmo tempo são apresentadas as listas daqueles que vão iniciar a sua formação catequética em 2012. No total temos uma média de 200 grupos de catequese em toda a paróquia, de adultos e de crianças. Para adultos são 3 etapas e para crianças e adolescentes são 6 etapas, isto é, cada etapa corresponde a um ano de formação. Assim, no meio de tudo isto apanhei algumas listas com 40 e 50 crianças para iniciar a catequese. Mas o mais surpreendente foi encontrar uma lista com 1 único catequisando já da 6ª etapa. E o mais curioso é o que catequista é o próprio pai. Quase que podemos dizer que as sessões da catequese podem ser dadas em casa e diariamente!!!!
2- Esta época de Novembro – Dezembro é bastante seca cá pelo norte moçambicano. A falta de água faz-se sentir por toda a parte e quem sofre mais são as famílias que passam muitas horas e muitos quilómetros à busca deste precioso líquido. As plantas também sofrem com a seca, mas o orvalho da noite ajuda a refrescar. Mesmo assim, a tonalidade árida da paisagem afigura-se por toda a parte. Os animais domésticos (galinhas, porcos e cabritos…) também passam as suas dificuldades para encontrar verdura. No nosso quintal decidimos semear repolho e com um pouco de água que conseguimos ter, lá vamos fazendo uma pequena produção para consumo próprio. Qual foi o espanto de ver os cabritos andar no meio das couves sem as comer. O mesmo já não aconteceu com a mandioca e outras pequenas folhas que vão despontando de arbustos. Afinal os cabritos daqui são bem educados, em algumas coisas!!!


3- A malária/paludismo é a doença que causa o maior número de vítimas mortais no mundo, de modo especial faz aumentar em muito a mortalidade infantil. É uma doença dos países pobres, e por isso ainda se mantém, até aos nossos dias, sem um medicamento preventivo ou inibidor do «mosquito palúdico». Contrariamente a outras doenças mais recentes, como é o caso das doenças cancerígenas, que têm evoluído de forma eficaz o modo de tratamento nos países ocidentais. Para nós estrangeiros numa terra quente dominada pelo «mosquito palúdico» (norte de Moçambique) facilmente ficamos apanhados e obrigados a cancelar os planos que tínhamos previsto. Assim aconteceu agora mesmo comigo onde tinha calculado fazer uma série de coisas, mas que ficaram adiadas porque a malária não permite sair de casa, nem fazer muitos esforços até que fique totalmente curada. Por outro lado, permitiu escrever algumas coisas insignificantes como estas…

4- Outros assuntos insignificantes poderia escrever, como por exemplo, acerca da «prisão industrial de Nampula», ou sobre o facto de «levar as crianças para o Rio» quando estão doentes, ou ainda preparar e comer «rato assado», etc… Mas tudo isso, são apenas insignificâncias.

7 de dezembro de 2011

OBRIGADO
pelas felicitações

Obrigado a todos aqueles e aquelas que, ao perto e ao longe, vivem connosco missão fazendo-nos chegar as felicitações pelos nossos 15 anos de vida missionária espiritana em Moçambique. Porque foram muitas e significativas as mensagens recebidas, também queremos (de forma anónima, apenas nomeamos a do Superior Geral, Jean-Paul Hoch) deixá-las aqui publicadas em sinal de verdadeira comunhão. Bem-haja a todos/as e cada um/a. P. Raul Viana

Via correio electrónico:
- Je vous remercie pour votre bon message rappelant que l'implantation spiritaine au Mozambique fête déjà son XV° anniversaire. J'ai lu avec beaucoup d'intérêt le texte de mémoire que vous avez rédigé à cette occasion. Vous avez bien fait de mentionner les noms des spiritains et associé(e)s qui, depuis le début ont contribué si bien à l'implantation de la Congrégation au Mozambique, parmi lesquels John Kingston, votre correspondant qui vient de partir pour une longue visite de la Province de l’Angola. Personnellement, j'étais très heureux d'avoir pu, en sa compagnie, visiter vos communautés l'an passé et me faire une idée de tout le travail que vous accomplissez. Une nouvelle page s'ouvre pour votre Groupe, avec en particulier la fondation de la communauté de Beira et l'engagement dans la formation initiale. Je suis sûr que l'Esprit-Saint vous donnera les grâces nécessaires pour affronter ces nouveaux défis, dans la joie et la confiance. Je vous souhaite un fructueux temps de l'Avent, une joyeuse fête de Noël ainsi qu'une Bonne Année 2012.
Jean-Paul

- Gostaria desde já endereçar as minhas felicitações pela passagem demais um aniversário da presença espiritana em Moçambique. Certamente os frutas da presença serão visíveis, pês embora muito ainda está por fazer. Junto-me a vós nestas celebrações. A comunidade aqui … também vos saúda. Unidos numa só alma e num só espírito!

- Parabéns nestes quinze anos de missão colaborando com as dioceses locais, e as províncias espiritanas vizinhas.

- Greetings on love and peace… Many thanks for the mail though I could only read the names. In future I will learn this language. Thank you so much…

- Obrigado por esta informação para me dar uma ideia clara da missão e aqueles que trabalham diante de nós. Desejo a todos feliz aniversário.

- Muito obrigado por me ter lembrado desta data e deste número de anos que já estamos em Moçambique. Parabéns.

- Parabéns a todos os missionários e missionárias espiritanos (as) em Moçambique. Rezo para que o Espírito Santo vos fortaleça sempre mais na missão e vos dê a graça de vocações locais para a vida missionária na Congregação.

- Parabéns a todos e espero que para a celebração das bodas de prata possa estar aí para ajudar na preparação e a dar o meu contributo. Cor unum et anima una.

- Então parabéns! Já significa muita vida! Muito dinamismo e muita entrega.

- Já que mais ninguém nos canta, cantamos nós. Parabéns! Reparei que a lista dos estagiários e voluntários é bastante grande. Ainda bem. E uma das últimas voluntárias (Ernestina) deve ter deixado boas memórias. Assim passará com todos os outros que estão e estarão.

- Bonjour. Il m’a fait plaisir de lire l’information que tu as envoyé sur la présence spiritaine au Mozambique. Je voudrais simplement t’informer qu’il manque un nome parmi ceux qui ont été stagiéres au Mozambique en 2002-2003, celui de Baltazar Hernandez, du Mexique… Il est actuellement en afectation missionaire en République Dominicaine. Bonne continuation au Group du Mozambique. Fraternellement.

- Parabéns por este aniversário. Não imaginava que já tanta gente tinha passado por aí e outros permaneceram. Bom trabalho pastoral…

- Parabéns e boa missão! Desejo boa caminhada em Advento com esse povo. Votos de muita coragem para continuar a missão. Um abraço

- Obrigado pelo mail e pelo rescaldo histórico dos que passaram pela missão espiritana em Moçambique e também pelos estão a dar o melhor de si. Quinze anos de trabalho missionário ao serviço dos irmãos é verdadeiramente uma bênção. Em relação aos nomes dos estágios falta o padre Pilali Mwatresse de Sousa (fez o estágio em Netia) e o Baltazar (mexicano, estágio em Inyazónia).

- Parabéns aos missionários CSSp de Moçambique, e desejo de continuação de missão com fervor no Espírito

- Parabéns au grupo de Moçambique. Obrigado pelas mensagens.

- Aproveito para dar o meu muitos parabéns!! É com muita alegria que recordo o pouquíssimo tempo que passei por Moçambique. Que venham mais 15 anos de missão e outros 15 anos. Abraços

- Parabéns a todos e que esta presença continue eficaz e com o apoio e comunhão de todos.Beijinho e sempre aqui em união- Parabéns à comunidade que está e aos que estarão no futuro. E que a história da missão espiritana se continue a escrever com a coordenação dos padres, a ajuda dos voluntários e projetos de cooperação e desenvolvimento em prol da população local. Last but not the least tudo isto com a ajuda de Deus :)


Via SMS:
- Muitos parabéns por este caminho percorrido até aqui. Que o Senhor nos ajude a semear a Sua Palavra para que a Igreja tenha muitos e bons frutos.

- Muito obrigado e desejo-lhe tudo de bom. Que cada vez vá ficando mais comprometido o nosso compromisso.

- Muitos parabéns e muita força e luz para continuar essa missão bem espiritana.

- Parabéns. Sempre e tudo pela missão, todos unidos em comunhão, assim a missão vai cada vez
mais longe.

- Parabéns. Coloco cem euros na vossa conta para beberes um copo.

- Obrigado. Parabéns por ser animador nesta época.

- Unidos na mesma missão perto ou longe! Um abraço forte e cheio de fé

- Parabéns a todos. Estamos unidos na oração e na missão.

- Obrigado.

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